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Internação compulsória para dependentes químicos


Data: 09/06/2017 Categoria: Internação / Voltar

Internação compulsória para dependentes químicos

Na grande maioria dos casos, os usuários de drogas – que podem ir desde as regularizadas como o álcool chegando a outras extremamente graves como o crack – chegam a um ponto em que perdem o controle total de sua vida, fazendo com que suas ações prejudiquem não só eles, mas a família e mesmo a sociedade como um todo.

A saída mais comum para estes casos é a internação compulsória. No entanto, muitas dúvidas pairam sobre este assunto, pois trata-se de uma discussão frequente em nossa sociedade. Na sequência, você entenderá no que consiste a internação compulsória e como ela pode ajudar os dependentes químicos.

Internação compulsória versus internação involuntária
Apesar de muitas pessoas utilizam os dois termos como se fossem iguais, há diferenças importantes entre cada uma, mesmo que elas sejam legalizadas pela mesma Lei, a 10.216/01. A internação involuntária é aquele que a família pode solicitar, desde que seja por escrito e autorizada por médico ou psiquiatra. Isso porque a lei determina que o estabelecimento de saúde responsável, no caso as clínicas de internação, têm até 72 horas para notificar o Ministério Publico da internação e seus motivos, pois pessoas mal intencionadas estavam praticando o cárcere privado disfarçado deste tipo de internação.

A internação compulsória, por sua vez, é aquela que não necessita da autorização da família, pois se entende que o sujeito não possui nenhum domínio sobre sua condição mental e física. No entanto, ela deve ser determinada pelo Juiz depois de feito um pedido formal realizado por médico ou psiquiatra.

Benefícios da internação compulsória

Antes de mais nada, é preciso dizer que a internação compulsória é um assunto que causa bastante polêmica entre profissionais da saúde. Enquanto a maioria dos médicos acredita que ela seja uma ótima alternativa, muitos psiquiatras e psicólogos são contra. Mas polêmicas a parte, trata-se de uma prática legal, reconhecida pela Lei brasileira e pela OMS (Organização Mundial da Saúde).

Segundo pesquisa realizada pelo Prof. Dartiu Xavier da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), 95% dos pacientes internados de forma compulsória apresentam recaídas. A maior parte desses casos ocorre porque a maioria dos usuários provêm do craque, uma droga altamente viciante, o que faz com que apenas um pequeno número dos viciados consigam superar o vício na primeira internação. Outro motivo é a má qualidade dos serviços das clínicas de reabilitação.

Uma clínica de reabilitação sólida, que coloca o bem-estar de seus pacientes em primeiro lugar, como feito na Clínica de Recuperação Gama Life, tem muito mais chances de recuperar seus pacientes. Isso porque durante o tratamento é necessário trabalhar junto ao paciente a ideia de que estar ali é a melhor opção que ele poderia ter, e este trabalho deve ser feito diariamente por toda a equipe e seguindo as instruções da mesma, que deve ser multidisciplinar para que os serviços ofertados tenham a máxima qualidade.

Assim, mesmo que a internação compulsória pareça uma medida drástica a primeira vista, ela é necessária em muitos casos, e quando o paciente recebe o acolhimento adequado, suas chances de conseguir se recuperar do vício são muito maiores.

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